terça-feira, 28 de outubro de 2014

Pilhéria



Um exemplo relatado por Voltaire:




"Um mendigo dos arredores de Madri esmolava nobremente.Disse-lhe um transeunte:
_O sr não tem vergonha a se dedicar a esse mister tão infame,quando podia trabalhar?
Senhor-respondeu o pedinte- Estou lhe pedindo dinheiro,não conselhos.
E com toda dignidade castelhana virou-lhe as costas....

Era um mendigo soberbo.Um lhe ferira a vaidade. Pedia esmola por amor a si mesmo,e por amor de si mesmo,não suportava reprimendas."

Dicionário filosófico.


E quantos encontramos assim todos os dias........

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Da próxima vez.....




Somos cientes de que as oportunidades chegam e passam por nós,o tempo todo.Cabe -nos percebe-las e aproveita-las ou não.Falo como alguém que já perdeu algumas oportunidades boas que não deveriam ser despediçadas,e pior,não voltaram em outra época da minha vida.
Quase não falo sobre minhas experiências pessoais,no entanto, hoje resolvi contar um pouco de mim.Algumas vezes fiz escolhas baseadas em vontades de pessoas que realmente faziam diferença pra mim,mas que hoje percebo a importância de fazermos exatamente aquilo que nos faz feliz.Tenho uma vida equilibrada,mas alguns sonhos ficaram para trás,talvez por eu não ter sido persistente.
O que posso dizer,é que Deus está no controle de tudo,mas Ele nos deu capacidade de decidir.
E talvez exista um próxima vez,que aquela chance que um dia foi perdida,aconteça novamente e possam ser aproveitada.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

Conselhos


Qual a decisão a ser tomada???!!


Sempre é bom ouvir sábios conselhos,de pessoas que já passaram por um situação adversa parecida
com aquela em que você se encontra.Há um ditado conhecido que diz:"Quer saber como é,pergunte a quem está voltando".Quando se tem várias informações sobre determinado assunto é mais fácil tomar uma decisão mais acertada,no entanto, a decisão sempre será sua,a responsabilidade da consequência da sua decisão,não caberá a ninguém,apenas a você mesmo.Mesmo porque cada um tem a sua história de vida,cada pessoa se posiciona diante da vida,conforme a carga que traz consigo mesma ,daquilo que já viveu e aprendeu,por isso,é um pouco estranho quando alguém lhe pede um conselho,e então dizermos:"Ah,se fosse eu no seu lugar,faria assim,assim,"....difícil,pois a minha história de vida,é apenas minha,não é da minha irmã,nem do meu marido,nem dos meus amigos....
Podemos sim, diante de uma situação parecida ,darmos uma opinião,mas sempre condicionando que,é a pessoa que deve escolher a decisão ,da qual a consequência consegue suportar,ou seja,deve-se ter em mente,que a consequência de uma decisão bem ou mal tomada,caberá sempre a quem decidiu.

É só por hoje!!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A volta

Bom dia!!!

Estou de volta!Vou trazer uma postagem mara....Contar o que aconteceu durante esse tempo que fiquei sem escrever....Aguardem


Abraço a todos

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Jogar estimula a inteligência-A cognição e o jogo de Tranca


JOGO DE TRANCA

História da tranca:

A Tranca, também conhecida como Canastra Argentina, Chilena ou Uruguaia, é uma variante do Buraco Bossa Nova. Costuma ser apreciada por ser um jogo mais dinâmico e mais rápido do que o Buraco tradicional. Na verdade os dois jogos são quase idênticos, a não ser por algumas diferenças nas regras.
Este foi um dos principais jogos da moda do século XX. Teve origem na América do Sul, provavelmente no Uruguai; tomou a forma presente na Argentina; e começou a jogar-se nos Estados Unidos nos princípios de 1949. Tornou-se popular tão rapidamente, - mais rapidamente que qualquer outro jogo na história - que, ao findar o ano de 1949 havia 15 milhões de jogadores de Tranca na América do Norte. Nos anos de 50 e 51 certas variantes, como o Samba, começaram a ultrapassá-la.

O jogo:
           Inicia-se com 11 cartas para cada participante. É necessário possuir dois baralhos para ocorrer o jogo.
Existem dois mortos que ficam na mesa durante o jogo. Cada um possui 13 cartas. Quem bater primeiro pega o morto de cima. Se a mesma pessoa ou equipe bater de novo e pegar o outro morto, a rodada acaba e a outra pessoa/equipe perde 100 pontos por não ter pego o “seu” morto. Os jogos são feitos a partir do 4 para cima, já que o 2 é coringa (pode ser utilizado como substituto de todas as cartas no jogo, porém, isso torna a canastra suja, dando somente metade dos pontos para a canastra) e o 3 é a tranca. O Ás pode ser usado depois do rei. Os 3 não fazem parte do jogo. O jogador, se pegar um 3 vermelho logo no começo, coloca do lado direito, e ganha 100 pontos no final do jogo para cada 3 vermelho que ele tiver. Isso somente se ele fizer uma seqüência (canastra), se ele não fizer nenhuma, perde 100 pontos para cada 3 que ele tiver. Os 3 pretos são a tranca. Quando alguém descarta eles e os coloca em cima do morto, ninguém pode comprar o morto. O morto, que fica empilhado, só com a carta de cima amostra, só pode ser comprado se o jogador puder usar a carta de cima em um jogo, descendo o jogo no exato momento em que ele comprar o morto. O jogador só pode olhar as suas novas cartas, adquiridas do morto, após descer o jogo. O morto também pode ser comprado quando o jogador puder usar a carta de cima em um jogo já feito, adicionando mais uma carta ao jogo. Ex: se a carta de cima do morto for 7, e o jogador tiver um jogo de um 4-5-6, ele pode comprar a carta para adicionar ela ao jogo.

Regras:
Existem muitas regras que as próprias pessoas criam, essas regras dependem do local aonde se joga. Alguns jogadores determinam que se a rodada for finalizada e alguém tiver uma tranca na mão, a pessoa perde 100 pontos. Outras dizem que uma pessoa só pode finalizar o jogo se ela tiver alguma canastra real (um jogo completo, sem nenhum coringa).
Ganha quem alcançar 3000 pontos primeiro.*

Teoria Cognitiva e o jogo de tranca

    Esse jogo é visto como um problema mal estruturado,pois, por mais que existam regras e que o jogador as siga corretamente,não lhe garante a vitória,é necessário que o jogador use o Ciclo de resolução de problemas.

     A princípio existe por parte dos jogadores a resolução de um problema que é ganhar o jogo,para isso existe o ciclo de resolução de problemas,que envolve os seguintes passo:
A).Identificação do problema: Um jogo de Tranca ..

B).Definição do problema: Como fazer para ganhar o jogo do adversário.

C).Formulação da estratégia: Verificar qual é a estratégia que o adversário usa,e tentar montar uma tranca

D).Organização: O jogador organiza as informações que tem,tanto sobre o jogo ,quanto sobre o adversário.

E). Alocação de recursos: Neste caso recursos mentais de como ganhar a partida.

F).Monitorização: A cada rodada,o jogador faz um levantamento se sua estratégia está funcionando ou se é preciso mudar .

G). Avaliação:E quando vencer,avaliar se o jogo foi um jogo fácil de vencer ou não.

O jogo de tranca envolve ainda uma função cognitiva ,ainda que instintual,que é a Emoção.Podemos observar no decorrer do jogo,a reação corporal,frente a expectativa de que a estratégia usada beneficiará ou não o jogador,expressão facial,é notável,assim como a tendência de ação

    Emoção: respostas imediatas a eventos ambientais; condição complexa que surge em resposta a determinadas experiências de caráter afetivo.
        Estado afetivo (experiência subjetiva)
         Reação corporal (respostas corporais internas)
         Cognição sobre a emoção e situações associadas (idéias e crenças)
         Expressão facial
         Reações à emoção
         Tendência de ação


       Memória: A memória de trabalho é usada neste jogo,pois conforme definição de Ivan Izquierdo,”memória é a aquisição,a formação,a conservação e a evocação de informações.”
     Um tipo de memória usada nesse jogo é a memória procedural,que é a memória de procedimentos.Existem as regras do jogo,mas cada jogador tem a sua maneira de jogar,É aquilo que chamamos o “jeito de cada um.”E como ele aprendeu ,e que ganhou a primeira vez,é assim que vai jogar sempre.


Raciocínio:Processo cognitivo no qual a pessoa pode inferir uma conclusão,ou seja,o jogador antes de começar a jogar raciocinar para ver as possibilidades de vitória.

Raciocínio indutivo:o jogador através de várias observações e fatos que ocorrem em cada partida,infere se será vencedor ou não.

Inteligência: Todo jogador é dotado de uma inteligência fluida,aprender a jogar requer além de muita atenção,uma disposição cognitiva que outras pessoas não costumam ter.Inteligência é a faculdade de julgamento,também chamado de bom senso,prático e iniciativa,capacidade de adaptar-se.

Atenção e consciência:Atenção dividida,pois o jogador necessita estar atento em várias coisas ao mesmo tempo.
Atenção:são processos mentais que regem a forma como a informação entra em nossa mente.

Tomada de decisão: A teoria da utilidade subjetiva,faz parte da análise do jogo de tranca,porque existem pessoas que sentem essa necessidade de jogar,da competição da disputa,outros já não tem essa pré-disposição.

Vieses:Os viesses são formas como resolvemos nossas questão frente ao mundo.No caso,aqui exemplificado,o viés da representatividade,pois,o jogador por já ter usado uma estratégia que o levou a vitória,a usa novamente,achando que será igual a vez anterior.
Falácia do jogador: Sempre pensa na sorte ,não pensa em usar o raciocínio para fazer sua estratégia.

    Heurística é uma solução de problemas,.As vezes,tomamos o caminho mais curto e nem sempre é aquele que irá nos levar ao sucesso almejado.

      Análise de meios e fins: O jogador analisa a partida do jogo,considerando a vitória,que é o objetivo a ser buscado,e então tenta diminuir a distância entre a posição atual e o objetivo final.









REFERÊNCIA  BIBLIOGRÁFICA


STERNBERG,J.R  (2000) Psicologia Cognitiva – Porto Alegre - Artmed                      ( pp.306- 317) (pp. 340-349)

IZQUIERDO.I.(2002) Memória – Porto Alegre – Artmed  
( pp.9-11)  ( pp. 19-24)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Bullying-O que é? Qual a consequência? Como saber se seu filho sofre Bullying?


NOME DO TESTE: TESTE DE BULLYUNG PARA ADOLESCENTES
1. ANÁLISE TEÓRICA
1.1 Definição
O termo bullying foi referido pela primeira vez pelo professor da Universidade Berges Noruega, Dan Olweus (1978) que ao estudar sobre as tendências suicidas entre jovens, concluiu que a maior parte destes adolescentes tinha sofrido algum tipo de ameaça ou exclusão no contesto escolar. Utilizando então o termo bullying, onde se referia aos ataques de crianças mais fortes as mais fracas.
O Bullying é conceituado como uma variedade de comportamentos de maus tratos adotados conscientemente por um ou mais indivíduos em relação a outro, podendo ser de caráter físico e/ou psicológico, caracterizado pela sua repetitividade (Fante, 2005; Martins 2005) e desequilíbrio de poder, onde a vitima geralmente é de estatura, força física ou habilidades de defesa menor que o agressor que sabe que por medo de maiores represálias, a vitima não o denunciara, por isso é transformado em alvo ou um bode expiatório (Ortega, 2002, P.201).
Apesar de ser um fenômeno ressente, o bullying é um problema que atinge o mundo todo, sendo encontrado em toda e qualquer escola (ensino fundamental, médio, superior, escola publica ou particular, rural ou urbana).
Já no Brasil, opta-se por não traduzir o termo bulying devido à inexistência de um termo correspondente direto, aqui existe muito desconhecimento sobre o fenômeno bullying, devido a isto muitos episódios de bullying podem passar despercebido pelos professores (Orpinas e Horne, 2006). Sendo esta falta de conhecimento, um reforço positivo por parte dos professores, para comportamentos de exclusão, onde muitas vezes os professores desconhecem este fenômeno e por isso podem acabar reforçando o mesmo, rotulando seus alunos com apelidos pejorativos ou reações agressivas inadequadas frente ao comportamento indisciplinado dos alunos, retroalimentando ao ciclo vivido da agressividade.
Estudos relacionados são de suma importância, pois nos ajudam a conhecer a característica que influenciam ou são influenciadas pela vitimização entre pares bullying, tanto individuais como grupais, bem como fenômenos da nossa cultura.
Segundo Lopes Neto (2005), fatores econômicos, sociais e culturais, bem como aspectos de temperamento e influencias de amigos a familiares constitui em risco para o envolvimento no bullying.
Nota-se, também, que os episódios de bullying são em sua maioria, no contexto escolar e que podem surgir também no trabalho, prisões, asilos de idosos, clubes e parques, entre vizinhos e outros.
Em 2002 e 2003, a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância a Adolescência (ABRAPIA), sob a coordenação do medico Aramis Neto, desenvolveu p programa de redução do comportamento agressivo entre os estudantes, onde se fazia a investigação das características de bullying entre 5.500 alunos de quinta a oitava serie do ensino fundamental do Rio de Janeiro.
Assim sendo, constatou-se que 40,5% estavam diretamente envolvidos em atos de bullying, sendo que 60,2% dos alunos afirmaram que o bullying ocorria mais freqüentemente dentro das salas de aula (Lopes Neto, 2005).
Em geral as vitimas de bullying, ficam amedrontadas e com baixa autoestima, podendo apresentar baixa desempenho escolar, déficit de concentração e aprendizagem, estudos mostram que crianças que sofrem bullying desenvolvem medo, pânico, depressão e distúrbios psicossomáticos. Com freqüência resistem ou recusam-se a freqüentar a escola, chegando a trocar de colégio, podendo desenvolver fobia escolar e social, inclusive abandonar efetivamente os estudos, as vitimas podem isolar-se socialmente chegando a alguns casos a cometer suicídio (Lopes Neto E Saavedra 2003).
1.2 Análise de Juízes
As perguntas pertinentes foram entregues a dois juízes, sendo estes dois Professores da Faculdade Dom Bosco, os quais avaliaram a validade de face do teste, e neste sentido, ocorreu uma modificação quanto à ordem das perguntas. Ficando da seguinte forma: as perguntas deveriam ficar em uma seqüência de “social” em seguida “emocional”, partindo do principio que primeiramente se está engajado no social para sofre as agressões e só então há modificação no psiquismo, podendo haver alteração ou não. Assim sendo esta foi a única alteração efetuada diante das perguntas.  Quem eram os juízes?
1.3 Análise Semântica
Os participantes nesta fase avaliaram se as perguntas em questão estavam de acordo, ou seja, ver se as mesmas estão em linguagem e acordo de entendimento. Segundo a avaliação dos participantes não houve alteração, onde os mesmo concluíram que as perguntas estavam a nível de entendimento. (frase confusa, vocês devem reformular).

2. ANÁLISE EMPIRICA
A avaliação objetiva dos testes psicológicos inclui, em geral, a determinação de sua validade e de sua precisão em situações especifica.
2.1 Validade
 Segundo Pasquali (2001), costuma-se definir a validade de um teste dizendo que é valido se de fato mede o que supostamente deve medir (p, 112). A validade é a questão mais importante a ser proposta com relação a qualquer teste psicológico, uma vez que, apresenta uma verificação direta do teste em satisfazer sua função.
As perguntas em questão visam avaliar a freqüência que adolescentes sofrem o Bullying e qual a conseqüência que isso causa em suas vidas. As perguntas foram divididas em dois momentos, sendo o social (que visa a relações sociais que o indivíduo tem, antes e depois das agressões) e o emocional (que tem bor objetivo, compreender as conseqüências psicológicas que as agressões podem causar e como o indivíduo se sente com esta situação).
Para construir este teste escolhemos a validade do conteúdo que procura verificar se a prova é consistida por uma amostra aceitável de situação, que permitem a observação de comportamentos, dos quais se pretendem extrair conclusões, ou seja, examina o conteúdo do construto, incluindo sua definição operacional e suas variáveis. (Pessoal, aqui vocês devem citar qual a validade que vocês usaram para avaliar o teste. Vocês no último parágrafo não falaram nada com nada. Procurem nos textos o definição da validade por vocês escolhida).
2.2 Fidedignidade
 Pasquali (2001) considera que o conceito de precisão ou fidedignidade se refere ao quanto o escore obtido no teste se aproxima do escore verdadeiro do sujeito num traço qualquer. O termo precisão, quando usado em psicometria, sempre significa estabilidade ou consistência. Precisão do teste é a consistência dos resultados obtidos pelo mesmo indivíduo, quando retestado com o mesmo teste, ou com uma forma equivalente. Antes de um teste psicológico ser apresentado para o uso geral, é preciso realizar uma verificação completa e objetiva de sua precisão. (Aqui vocês devem citar qual o método de fidedignidade que vocês usarão. Nesta última frase os conceitos estão errados).
2.3. Padronização
 Num sentido geral, a padronização se refere à necessária uniformidade em todos os procedimentos no uso de um teste válido e preciso (PASQUALI, 2001). A padronização implica em uniformidade do processo de avaliação do teste. Se vamos comparar os resultados obtidos por diferentes indivíduos, as condições de aplicação devem ser evidentemente, iguais para todos. Padronização = uniformidade na aplicação dos testes.
Passando para fase de aplicação, onde entregamos aos participantes a folha com o questionário, desta forma os mesmos foram disponibilizados com cantes para assim responder as perguntas. (Reformular. Tem tempo de aplicação? É individual?)
2.4. Normatização
 Normatização = uniformidade na interpretação dos escores dos testes. A correção foi feita em forma de porcentagem, ou seja, em relação às perguntas como as pessoas e qual a quantidade delas são afetadas. Esta avaliação foi feita em cima das quatorze perguntas. (Mas como se Interpreta o teste, meninas?)


RESULTADO DA PESQUISA DE CAMPO
(O que vocês querem dizer com este tópico? Eu não pedi este item)
Em nossa pesquisa de campo, foram entrevistados 15 alunos do ensino fundamental, e 15 alunos do Ensino médio de um Colégio Estadual da Cidade de Curitiba, no Estado do Paraná, que enfrentavam dificuldades no aprendizado com notas muito abaixo da média. Obtivemos esses resultados a seguir:
1. Evito sair em publico com medo de sofrer a humilhação pelo jeito que uso minhas roupas.
  Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Na amostra, 30% dos entrevistados nessa questão, marcaram a alternativa 3-concordo, 20% marcaram a alternativa 4- concordo parcialmente, 10% marcaram a alternativa 2-discordo parcialmente,e o restante marcaram a alternativa 1- discordo,ou seja, não evita sair em público por medo de sofrer humilhação.
2. Evito lugares movimentados, pois temos que reparem em meu corpo (caçoem).
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Na amostra acima, 50% dos entrevistados marcaram a alternativa 3-concordo, 30% marcaram a alternativa 4- concordo parcialmente, 15% dos entrevistados marcaram a alternativa 2-discordo parcialmente,e 5% marcaram a alternativa 1- discordo.
3. Sinto-me humilhado quando tiram sarro de mim.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa questão 70% dos entrevistados marcaram a alternativa 3-concordo,20% marcaram a alternativa 4-concordo parcialmente, e apenas 10% marcaram a alternativa 2 –discordo parcialmente,e não tivemos ninguém que discordasse dessa questão.
4. Sinto minha autoestima afetada perante a agressão verbal.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Na amostra coletada pela nossa equipe, houve 40% dos alunos marcaram a alternativa 3-Concordo, 20% disseram concordar parcialmente, 20 % marcaram a alternativa 2,e 20% marcaram a alternativa 1-
5. Após a agressão sinto que não consigo me concentrar em outras atividades.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa questão 60% dos alunos, tanto do ensino médio, quanto do ensino fundamental, relataram dificuldades em concentração em outras atividades, 20% marcaram a alternativa 4-concordo parcialmente, 20% marcaram a alternativa 2- discordo parcialmente.
6.Sinto dificuldade em me relacionar e fazer amizades.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa amostra, 80% dos entrevistados marcaram a alternativa 3,e 20% a alternativa 4.
7. Isolo-me após sofrer (chacota, tiração de sarro, exposição).
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nesse quesito, 60% marcaram a alternativa 3,30 % marcaram a alternativa 4,e 10% dos entrevistados não responderam
8. Sinto-me constrangido de falar com minha família, sobre as agressões verbais ocorridas.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Na amostra, 70% não falam sobre isso com a família e 30% assinalaram a alternativa 4-Concordo parcialmente.
9. Sinto-me inferiorizado em relação às outras pessoas.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nossa equipe coletou nessa pesquisa que 40 % dos entrevistados sentem-se inferiorizados, alternativa 3,30 % assinalam a alternativa 4, 20% marcaram a alternativa 2,e dez alunos não responderam.
10. Sou caçoado com freqüência na escola.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa questão 80% dos alunos entrevistados, marcaram a alternativa 3,e 20% marcaram a alternativa 4.
11. Sinto-me incapaz de me defender de agressões ( verbais, fisicas..).
  Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa questão 50% marcaram a alternativa 3,20% marcaram alternativa 4-concordo parcialmente, 20% marcaram a alternativa 2,e 10% marcaram a alternativa 1.
12. Neste ano tive vontade de parar de estudar.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Quase a totalidade dos entrevistados, 80% marcaram a alternativa 3,os outros 20% não responderam.
13.Quando humilhado penso em vingança.
 Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Nessa questão, obtivemos que 60%assinalaram a alternativa 3,30% dos entrevistados marcaram a alternativa 4,e 10% não responderam.
14. Já usei de vingança.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Essa questão teve 80% dos entrevistados marcaram a alternativa 1-discordo, e os outros 10 % assinalaram a alternativa 3,os outros 10%,não quiseram responder essa questão.

9- APÊNDICE.
APÊNDICE 1 - QUESTIONÁRIO

9.1 PERGUNTAS RELACIONADAS AO BULLYNG.
Marque os acontecimentos ocorridos nos últimos seis meses.
Enumere de acordo com a tabela.
Discordo, discordo parcialmente, concordo, concordo parcialmente.
1. Evito sair em publico com medo de sofrer a humilhação pelo jeito que uso    minhas roupas.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
2. Evito lugares movimentados, pois temos que reparem em meu corpo (caçoem).
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
3. Sinto-me humilhado quando tiram sarro de mim.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
4. Sinto minha autoestima afetada perante a agressão verbal.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
5. Após a agressão sinto que não consigo me concentrar em outras atividades.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
6.Sinto dificuldde em me relacionar e fazer amizades.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
7. Isolo-me após sofrer (chacota, tiração de sarro, exposição).
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
8. Me sinto constrangido de falar com minha família, sobre as agressões   verbais ocorridas.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
9. Sinto-me inferiorizado em relação as outras pessoas.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
10. Sou caçoado com frequencia na escola.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
11. Sinto-me incapaz de me defender de agressões ( verbais, fisicas..).
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
12. Neste ano tive vontade de parar de estudar.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
13.Quando humilhado penso em vingança.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
14. Ja usei de vingança.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )

terça-feira, 19 de junho de 2012

Neurociências-océrebro


NEUROCIÊNCIAS-

Neurociências  segundo  a Resolução CPF 02\2004 do Conselho Federal de Psicologia(2004),é uma ciência que propõe novos métodos para investigar o papel dos sistemas cerebrais individuais ,em formas complexas de atividade mental.
Neurociências é a área do conhecimento que analisa o Sistema Nervoso ,para entender as bases biológicas do comportamento.
Neuropsicologia se dedica a estudar a expressão comportamental das disfunções cerebrais.Cujo objetivo específico  é a investigação do papel dos sistemas cerebrais individuais nas formas mais complexas da atividade mental.(Luria,1984)
Neurociências é uma área do conhecimento,relativamente nova,pois o estudo do cérebro remonta  os  anos 4.000a.C ,quando os povos pré-históricos praticavam a trepanação para entender e até mesmo intervir no Sistema Nervoso,tendo muitas vezes um cunho religioso,pois acreditavam que o cérebro perturbador era moradia de espíritos maus,mas também terapêutico ,como veremos adiante.
A história mostra que os egípcios ,através das mumificações dos Faraós,por acreitarem na eternidade da alma,que depois retornaria ao corpo,tinham um amplo conhecimento neuroanatômico.Nos escritos de Edwin Smith ,3.000 a.C,foram encontrados relatos clínicos em um papiro que reforçava a ideia da relação cérebro \comportamento,por ex. estudava a perda da consciência,alterações  na personalidade e na linguagem eamnésia,esses casos clínicos foram escritos minuciosamente.
Almaeon de Crotona(500a.C) também partilhava a ideia de que o cérebro seria responsável pelas sensações e pelos pensamentos,formulando a hipótese deque a vida mental estaria vinculada ás atividades cerebrais.Propôs ainda que havia uma localização específica no nosso cérebro para cada sensação .Nascia,então a teoria localizacionista e unitarista.
Hipócrates(460ª.C a 400 a.C) e Galeno (130 a.C a 200a.C)em suas observações clínicos,descobriram que lesões cerebrais alteram a personalidade e o raciocínio.No final da Idade Média Alberthus Magnun (1200 a 1280 a.C) formulou a teoria em que havia três ventrículos,cada um responsável por uma função ,sendo que o primeiro ventrículo era responsável pelas sensações,o segundo ventrículo responsável pela razão e o pensamento e o terceiro ventrículo pela memória,essa teoria era aceita pela Igreja Católica.
Na Idade Moderna Andreas Versalius (1514 a 1564)anatomista belga derrubou a teoria ventricular ,provando que homens e primatas anatomicamente eram praticamente iguais,não podendo a alma residir nestas estruturas.
René Descartes (1596 a 1650)anatomista francês elaborou o dualismo cartesiano:mente\corpo.Para ele a mente unificada,conectada a uma estrutura cerebral-a glândula pineal,que exerciam sobre os comportamentos reflexos controle e os telencéfalos  seria uma estrutura de proteção desta glândula.
Apenas no século XlX ,com o advento da ciência moderna pode-se afirmar um desenvolvimento mais acurado das relações cérebro \comportamento,com os estudos de Franz J. Gall e John Gaspar Spurzhein (1776 a 1832) afirmando que o cérebro era organizado em 35 regiões.Uma nova questão acaba de ser levantada,segundo Conzenza(2008,pg 17) :
“Tendo o cérebro se consolidado como órgão responsável pelosprocessos mentais epelo comportamento,surgiu o problema de saber se essas funções poderiam ser decorrentes do funcionamento de diferentes áreas de sua anatomia.”
Surge então o localizacionismo e o holismo.
Os localizacionistas defendiam que o cérebro dividido em 35 regiões  e que os comportamentos localizavam-se nessas regiões.Gal e Sperzheir segundo Gazaniga(2006)essas áreas eram responsáveis por funções cognitivas básicas,como a linguagem,percepção,inteligência até as mais abstratas.Essa teoria ficou conhecida como Frenologia,sendo rejeitada mais tarde pela comunidade científica ,por se provar através de experiências laboratoriais que o cérebro funcionava em conjunto.
No início do século XX,Walter Hess (1881-1973) cogitou a hipótese que o cérebro  funcionava em uma complexa atividade de organização cerebral.O neurologista britânico Hughlings Jackson(1835-1911) enfatizou que o sistema nervos tinha uma base anatômica e fisiológica organizada hierarquicamente para a localização das funções cerebrais.Esses pressupostos foram base para a teoria dos Sistemas Funcionais de Luria e Vigostsky.
O desenvolvimento da Neuropsicologia se deu principalmente pelos estudos em pacientes com cérebros lesados.Após as duas grandes guerras mundiais é que as neurociências obteve seu avanço científico através de estudos em soldados mutilados.Com base nos estudos de Jackson ,Aleksander Lúria(1902-1977)-neuropsicólogo soviético ,propôs uma espécie de apaziguamento entre as duas correntes filosóficas existentes,a localizacionista e a holistas,criando a Teoria dos Sistemas Funcionais,Lúria explica ,que funções mais básicas poderiam ser localizadas,mas os processos mentais superiores geralmente envolve sistemas que atuam em conjunto ,embora a vezes se situem em regiões distintas e distantes do cérebro.Segundo essa teoria os sistemas funcionais dividem-se em três blocos ou unidades funcionais:no tronco encefálico, na formação reticular e em algumas áreas do Sistema Límbico estaria as funções de tônus cortical e de vigília;no segundo bloco ,teria a função de receber,armazenar e processar as informações que chegam do mundo externo,e situaria nas regiões posteriores do sulco central;o terceiro bloco situaria antes do sulco central e tem a função de regulação e verificação das estratégias comportamentais e a própria atividade mental.
A prática das neurociências pode ocorrer em clínicas especializadas,onde ocorre uma avaliação e caso constate o transtorno ,uma reabilitação.Existe um interação multidisciplinar entre o neuropsicólogo e a equipe médica,terapeuta ocupacional,fisioterapeuta,fonoaudióloga, pedagogo,Assistente social,psicopedago,e educador  físico,para que haja uma torça de pareceres para a melhor reabilitação do paciente.
Objeto de estudo: Arelação do cérebro e o comportamento.
Pressuposto que embasam essa teoria .
Dualismo: é uma visão filosófica baseada em que dois princípios ou substâncias (Cérebro,comportamento)opostos e inconciliáveis e incapazes de fazer uma síntese entre si ou de uma reciprocidade.Como vimos,anteriormente desde Almaeon de Crotona(500 a.C) até Aleksander Luria o cérebro e o comportamento são duas incógnitas,que a Neurociência tenta explicar.
Mecanicismo: Nas ciências humanas,refere-se as teorias que afirmam que todos os fenômenos que se manifestam(comportamentos)nos seres vivos são mecanicamente determinados( os sistema funcionais,região do cérebro) e ,sempre de natureza físico-químico.Ou seja,Neurociência é mecanicista,pois explica os comportamentos a partir de regiões cerebrais,e sistemas funcionais,que trabalhando em conjunto tem como produto determinado comportamento.

realidades não subordináveis e irredutíveis entre si.
Em biologia, mecanicismo refere-se às teorias que afirmam que todos os fenômenos que se manifestam nos seres vivos são mecanicamente determinados e, em última análise, essencialmente de natureza físico-química.

Referencias bibliog´raficas

Epistemologia
O sujeito cerebral
Francisco Ortega e Benilton Bezerra Jr. são professores do Instituto de Medicina Social da UERJ e organizadores, junto com o Instituto Max Planck de História das Ciências de Berlim, do congresso "Neurociências e Sociedade Contemporânea".
TEMA: Fundamentos de Neuropsicologia
DOCENTE: Eugenio Pereira de Paula Jr. (Psicólogo/mestre em educação)

Paulo Henrique Azevedo Grande
Desenvolvimento Histórico da Neuropsicologia: Aspectos Gerais