Bom dia!!!
Estou de volta!Vou trazer uma postagem mara....Contar o que aconteceu durante esse tempo que fiquei sem escrever....Aguardem
Abraço a todos
terça-feira, 30 de setembro de 2014
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Jogar estimula a inteligência-A cognição e o jogo de Tranca
JOGO DE TRANCA
História da tranca:
A Tranca,
também conhecida como Canastra Argentina, Chilena ou Uruguaia, é uma variante
do Buraco Bossa Nova. Costuma ser apreciada por ser um jogo mais dinâmico e
mais rápido do que o Buraco tradicional. Na verdade os dois jogos são quase
idênticos, a não ser por algumas diferenças nas regras.
Este foi um dos principais jogos da moda do século XX.
Teve origem na América do Sul, provavelmente no Uruguai; tomou a forma presente
na Argentina; e começou a jogar-se nos Estados Unidos nos princípios de 1949.
Tornou-se popular tão rapidamente, - mais rapidamente que qualquer outro jogo
na história - que, ao findar o ano de 1949 havia 15 milhões de jogadores de
Tranca na América do Norte. Nos anos de 50 e 51 certas variantes, como o Samba,
começaram a ultrapassá-la.
O jogo:
Inicia-se com 11 cartas para cada
participante. É necessário possuir dois baralhos para ocorrer o jogo.
Existem dois mortos que ficam na mesa durante o jogo.
Cada um possui 13 cartas. Quem bater primeiro pega o morto de cima. Se a mesma
pessoa ou equipe bater de novo e pegar o outro morto, a rodada acaba e a outra
pessoa/equipe perde 100 pontos por não ter pego o “seu” morto. Os jogos são
feitos a partir do 4 para cima, já que o 2 é coringa (pode ser utilizado como
substituto de todas as cartas no jogo, porém, isso torna a canastra suja, dando
somente metade dos pontos para a canastra) e o 3 é a tranca. O Ás pode ser
usado depois do rei. Os 3 não fazem parte do jogo. O jogador, se pegar um 3
vermelho logo no começo, coloca do lado direito, e ganha 100 pontos no final do
jogo para cada 3 vermelho que ele tiver. Isso somente se ele fizer uma
seqüência (canastra), se ele não fizer nenhuma, perde 100 pontos para cada 3
que ele tiver. Os 3 pretos são a tranca. Quando alguém descarta eles e os
coloca em cima do morto, ninguém pode comprar o morto. O morto, que fica
empilhado, só com a carta de cima amostra, só pode ser comprado se o jogador
puder usar a carta de cima em um jogo, descendo o jogo no exato momento em que
ele comprar o morto. O jogador só pode olhar as suas novas cartas, adquiridas
do morto, após descer o jogo. O morto também pode ser comprado quando o jogador
puder usar a carta de cima em um jogo já feito, adicionando mais uma carta ao
jogo. Ex: se a carta de cima do morto for 7, e o jogador tiver um jogo de um
4-5-6, ele pode comprar a carta para adicionar ela ao jogo.
Regras:
Existem muitas regras que as próprias pessoas criam,
essas regras dependem do local aonde se joga. Alguns jogadores determinam que
se a rodada for finalizada e alguém tiver uma tranca na mão, a pessoa perde 100
pontos. Outras dizem que uma pessoa só pode finalizar o jogo se ela tiver
alguma canastra real (um jogo completo, sem nenhum coringa).
Ganha
quem alcançar 3000 pontos primeiro.*
Teoria Cognitiva e o jogo de tranca
Esse jogo é visto como um problema mal estruturado,pois, por mais que
existam regras e que o jogador as siga corretamente,não lhe garante a vitória,é
necessário que o jogador use o Ciclo de resolução de problemas.
A princípio existe por parte dos jogadores a resolução de um problema
que é ganhar o jogo,para isso existe o ciclo de resolução de problemas,que
envolve os seguintes passo:
A).Identificação do problema: Um
jogo de Tranca ..
B).Definição do problema: Como
fazer para ganhar o jogo do adversário.
C).Formulação da estratégia:
Verificar qual é a estratégia que o adversário usa,e tentar montar uma tranca
D).Organização: O jogador organiza
as informações que tem,tanto sobre o jogo ,quanto sobre o adversário.
E). Alocação de recursos: Neste
caso recursos mentais de como ganhar a partida.
F).Monitorização: A cada rodada,o
jogador faz um levantamento se sua estratégia está funcionando ou se é preciso
mudar .
G). Avaliação:E quando
vencer,avaliar se o jogo foi um jogo fácil de vencer ou não.
O jogo de tranca envolve ainda uma
função cognitiva ,ainda que instintual,que é a Emoção.Podemos observar no
decorrer do jogo,a reação corporal,frente a expectativa de que a estratégia
usada beneficiará ou não o jogador,expressão facial,é notável,assim como a
tendência de ação
Emoção: respostas imediatas a
eventos ambientais; condição complexa que surge em resposta a determinadas
experiências de caráter afetivo.
–
Estado afetivo (experiência subjetiva)
–
Reação corporal
(respostas corporais internas)
–
Cognição sobre a
emoção e situações associadas (idéias e crenças)
–
Expressão facial
–
Reações à emoção
–
Tendência de
ação
Memória: A memória de trabalho é usada
neste jogo,pois conforme definição de Ivan Izquierdo,”memória é a aquisição,a
formação,a conservação e a evocação de informações.”
Um tipo de memória usada nesse jogo é a memória procedural,que é a
memória de procedimentos.Existem as regras do jogo,mas cada jogador tem a sua
maneira de jogar,É aquilo que chamamos o “jeito de cada um.”E como ele aprendeu
,e que ganhou a primeira vez,é assim que vai jogar sempre.
Raciocínio:Processo cognitivo no qual a pessoa
pode inferir uma conclusão,ou seja,o jogador antes de começar a jogar
raciocinar para ver as possibilidades de vitória.
Raciocínio indutivo:o jogador através de várias
observações e fatos que ocorrem em cada partida,infere se será vencedor ou não.
Inteligência: Todo jogador é dotado de uma
inteligência fluida,aprender a jogar requer além de muita atenção,uma
disposição cognitiva que outras pessoas não costumam ter.Inteligência é a
faculdade de julgamento,também chamado de bom senso,prático e iniciativa,capacidade
de adaptar-se.
Atenção e consciência:Atenção dividida,pois o jogador
necessita estar atento em várias coisas ao mesmo tempo.
Atenção:são
processos mentais que regem a forma como a informação entra em nossa mente.
Tomada de decisão: A teoria da utilidade subjetiva,faz
parte da análise do jogo de tranca,porque existem pessoas que sentem essa
necessidade de jogar,da competição da disputa,outros já não tem essa
pré-disposição.
Vieses:Os viesses são formas como resolvemos
nossas questão frente ao mundo.No caso,aqui exemplificado,o viés da
representatividade,pois,o jogador por já ter usado uma estratégia que o levou a
vitória,a usa novamente,achando que será igual a vez anterior.
Falácia
do jogador: Sempre pensa na sorte ,não pensa em usar o raciocínio para fazer
sua estratégia.
Heurística é uma solução de problemas,.As
vezes,tomamos o caminho mais curto e nem sempre é aquele que irá nos levar ao
sucesso almejado.
Análise de meios e fins: O jogador
analisa a partida do jogo,considerando a vitória,que é o objetivo a ser
buscado,e então tenta diminuir a distância entre a posição atual e o objetivo
final.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
STERNBERG,J.R (2000) Psicologia Cognitiva – Porto Alegre -
Artmed ( pp.306-
317) (pp. 340-349)
IZQUIERDO.I.(2002)
Memória – Porto Alegre – Artmed
(
pp.9-11) ( pp. 19-24)
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Bullying-O que é? Qual a consequência? Como saber se seu filho sofre Bullying?
NOME DO TESTE: TESTE
DE BULLYUNG PARA ADOLESCENTES
1. ANÁLISE TEÓRICA
1.1 Definição
O
termo bullying foi referido pela primeira vez pelo professor da Universidade
Berges Noruega, Dan Olweus (1978) que ao estudar sobre as tendências suicidas
entre jovens, concluiu que a maior parte destes adolescentes tinha sofrido
algum tipo de ameaça ou exclusão no contesto escolar. Utilizando então o termo
bullying, onde se referia aos ataques de crianças mais fortes as mais fracas.
O
Bullying é conceituado como uma variedade de comportamentos de maus tratos
adotados conscientemente por um ou mais indivíduos em relação a outro, podendo
ser de caráter físico e/ou psicológico, caracterizado pela sua repetitividade
(Fante, 2005; Martins 2005) e desequilíbrio de poder, onde a vitima geralmente
é de estatura, força física ou habilidades de defesa menor que o agressor que
sabe que por medo de maiores represálias, a vitima não o denunciara, por isso é
transformado em alvo ou um bode expiatório (Ortega, 2002, P.201).
Apesar
de ser um fenômeno ressente, o bullying é um problema que atinge o mundo todo,
sendo encontrado em toda e qualquer escola (ensino fundamental, médio,
superior, escola publica ou particular, rural ou urbana).
Já
no Brasil, opta-se por não traduzir o termo bulying devido à inexistência de um
termo correspondente direto, aqui existe muito desconhecimento sobre o fenômeno
bullying, devido a isto muitos episódios de bullying podem passar despercebido
pelos professores (Orpinas e Horne, 2006). Sendo esta falta de conhecimento, um
reforço positivo por parte dos professores, para comportamentos de exclusão,
onde muitas vezes os professores desconhecem este fenômeno e por isso podem
acabar reforçando o mesmo, rotulando seus alunos com apelidos pejorativos ou
reações agressivas inadequadas frente ao comportamento indisciplinado dos
alunos, retroalimentando ao ciclo vivido da agressividade.
Estudos
relacionados são de suma importância, pois nos ajudam a conhecer a
característica que influenciam ou são influenciadas pela vitimização entre
pares bullying, tanto individuais como grupais, bem como fenômenos da nossa
cultura.
Segundo
Lopes Neto (2005), fatores econômicos, sociais e culturais, bem como aspectos
de temperamento e influencias de amigos a familiares constitui em risco para o
envolvimento no bullying.
Nota-se,
também, que os episódios de bullying são em sua maioria, no contexto escolar e
que podem surgir também no trabalho, prisões, asilos de idosos, clubes e
parques, entre vizinhos e outros.
Em
2002 e 2003, a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância a
Adolescência (ABRAPIA), sob a coordenação do medico Aramis Neto, desenvolveu p
programa de redução do comportamento agressivo entre os estudantes, onde se
fazia a investigação das características de bullying entre 5.500 alunos de
quinta a oitava serie do ensino fundamental do Rio de Janeiro.
Assim
sendo, constatou-se que 40,5% estavam diretamente envolvidos em atos de
bullying, sendo que 60,2% dos alunos afirmaram que o bullying ocorria mais
freqüentemente dentro das salas de aula (Lopes Neto, 2005).
Em
geral as vitimas de bullying, ficam amedrontadas e com baixa autoestima,
podendo apresentar baixa desempenho escolar, déficit de concentração e
aprendizagem, estudos mostram que crianças que sofrem bullying desenvolvem
medo, pânico, depressão e distúrbios psicossomáticos. Com freqüência resistem
ou recusam-se a freqüentar a escola, chegando a trocar de colégio, podendo
desenvolver fobia escolar e social, inclusive abandonar efetivamente os
estudos, as vitimas podem isolar-se socialmente chegando a alguns casos a
cometer suicídio (Lopes Neto E Saavedra 2003).
1.2 Análise de Juízes
As
perguntas pertinentes foram entregues a dois juízes, sendo estes dois
Professores da Faculdade Dom Bosco, os quais avaliaram a validade de face do
teste, e neste sentido, ocorreu uma modificação quanto à ordem das perguntas.
Ficando da seguinte forma: as perguntas deveriam ficar em uma seqüência de
“social” em seguida “emocional”, partindo do principio que primeiramente se
está engajado no social para sofre as agressões e só então há modificação no
psiquismo, podendo haver alteração ou não. Assim sendo esta foi a única
alteração efetuada diante das perguntas. Quem eram os juízes?
1.3 Análise Semântica
Os
participantes nesta fase avaliaram se as perguntas em questão estavam de
acordo, ou seja, ver se as mesmas estão em linguagem e acordo de entendimento. Segundo
a avaliação dos participantes não houve alteração, onde os mesmo concluíram que
as perguntas estavam a nível de entendimento. (frase confusa, vocês devem
reformular).
2. ANÁLISE EMPIRICA
A
avaliação objetiva dos testes psicológicos inclui, em geral, a determinação de
sua validade e de sua precisão em situações especifica.
2.1 Validade
Segundo Pasquali (2001), costuma-se definir a
validade de um teste dizendo que é valido se de fato mede o que supostamente
deve medir (p, 112). A validade é a questão mais importante a ser proposta com
relação a qualquer teste psicológico, uma vez que, apresenta uma verificação
direta do teste em satisfazer sua função.
As
perguntas em questão visam avaliar a freqüência que adolescentes sofrem o
Bullying e qual a conseqüência que isso causa em suas vidas. As perguntas foram
divididas em dois momentos, sendo o social (que visa a relações sociais que o
indivíduo tem, antes e depois das agressões) e o emocional (que tem bor
objetivo, compreender as conseqüências psicológicas que as agressões podem
causar e como o indivíduo se sente com esta situação).
Para
construir este teste escolhemos a validade do conteúdo que procura verificar se
a prova é consistida por uma amostra aceitável de situação, que permitem a
observação de comportamentos, dos quais se pretendem extrair conclusões, ou
seja, examina o conteúdo do construto, incluindo sua definição operacional e
suas variáveis. (Pessoal, aqui vocês devem citar qual a validade que vocês
usaram para avaliar o teste. Vocês no último parágrafo não falaram nada com
nada. Procurem nos textos o definição da validade por vocês escolhida).
2.2 Fidedignidade
Pasquali (2001) considera que o conceito de
precisão ou fidedignidade se refere ao quanto o escore obtido no teste se
aproxima do escore verdadeiro do sujeito num traço qualquer. O termo precisão,
quando usado em psicometria, sempre significa estabilidade ou consistência. Precisão
do teste é a consistência dos resultados obtidos pelo mesmo indivíduo, quando
retestado com o mesmo teste, ou com uma forma equivalente. Antes de um teste
psicológico ser apresentado para o uso geral, é preciso realizar uma
verificação completa e objetiva de sua precisão. (Aqui vocês devem citar qual o
método de fidedignidade que vocês usarão. Nesta última frase os conceitos estão
errados).
2.3. Padronização
Num sentido geral, a padronização se refere à
necessária uniformidade em todos os procedimentos no uso de um teste válido e
preciso (PASQUALI, 2001). A padronização implica em uniformidade do processo de
avaliação do teste. Se vamos comparar os resultados obtidos por diferentes
indivíduos, as condições de aplicação devem ser evidentemente, iguais para
todos. Padronização = uniformidade na aplicação dos testes.
Passando
para fase de aplicação, onde entregamos aos participantes a folha com o
questionário, desta forma os mesmos foram disponibilizados com cantes para
assim responder as perguntas. (Reformular. Tem tempo de aplicação? É
individual?)
2.4. Normatização
Normatização = uniformidade na interpretação
dos escores dos testes. A correção foi feita em forma de porcentagem, ou seja,
em relação às perguntas como as pessoas e qual a quantidade delas são afetadas.
Esta avaliação foi feita em cima das quatorze perguntas. (Mas como se
Interpreta o teste, meninas?)
RESULTADO DA PESQUISA DE
CAMPO
(O que vocês querem dizer
com este tópico? Eu não pedi este item)
Em
nossa pesquisa de campo, foram entrevistados 15 alunos do ensino fundamental, e
15 alunos do Ensino médio de um Colégio Estadual da Cidade de Curitiba, no
Estado do Paraná, que enfrentavam dificuldades no aprendizado com notas muito
abaixo da média. Obtivemos esses resultados a seguir:
1.
Evito sair em publico com medo de sofrer a humilhação pelo jeito que uso minhas
roupas.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Na
amostra, 30% dos entrevistados nessa questão, marcaram a alternativa
3-concordo, 20% marcaram a alternativa 4- concordo parcialmente, 10% marcaram a
alternativa 2-discordo parcialmente,e o restante marcaram a alternativa 1-
discordo,ou seja, não evita sair em público por medo de sofrer humilhação.
2.
Evito lugares movimentados, pois temos que reparem em meu corpo (caçoem).
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Na
amostra acima, 50% dos entrevistados marcaram a alternativa 3-concordo, 30%
marcaram a alternativa 4- concordo parcialmente, 15% dos entrevistados marcaram
a alternativa 2-discordo parcialmente,e 5% marcaram a alternativa 1- discordo.
3.
Sinto-me humilhado quando tiram sarro de mim.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
questão 70% dos entrevistados marcaram a alternativa 3-concordo,20% marcaram a
alternativa 4-concordo parcialmente, e apenas 10% marcaram a alternativa 2
–discordo parcialmente,e não tivemos ninguém que discordasse dessa questão.
4.
Sinto minha autoestima afetada perante a agressão verbal.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Na
amostra coletada pela nossa equipe, houve 40% dos alunos marcaram a alternativa
3-Concordo, 20% disseram concordar parcialmente, 20 % marcaram a alternativa
2,e 20% marcaram a alternativa 1-
5.
Após a agressão sinto que não consigo me concentrar em outras atividades.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
questão 60% dos alunos, tanto do ensino médio, quanto do ensino fundamental,
relataram dificuldades em concentração em outras atividades, 20% marcaram a
alternativa 4-concordo parcialmente, 20% marcaram a alternativa 2- discordo
parcialmente.
6.Sinto
dificuldade em me relacionar e fazer amizades.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
amostra, 80% dos entrevistados marcaram a alternativa 3,e 20% a alternativa 4.
7.
Isolo-me após sofrer (chacota, tiração de sarro, exposição).
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nesse
quesito, 60% marcaram a alternativa 3,30 % marcaram a alternativa 4,e 10% dos
entrevistados não responderam
8.
Sinto-me constrangido de falar com minha família, sobre as agressões verbais
ocorridas.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Na
amostra, 70% não falam sobre isso com a família e 30% assinalaram a alternativa
4-Concordo parcialmente.
9.
Sinto-me inferiorizado em relação às outras pessoas.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nossa
equipe coletou nessa pesquisa que 40 % dos entrevistados sentem-se
inferiorizados, alternativa 3,30 % assinalam a alternativa 4, 20% marcaram a
alternativa 2,e dez alunos não responderam.
10.
Sou caçoado com freqüência na escola.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
questão 80% dos alunos entrevistados, marcaram a alternativa 3,e 20% marcaram a
alternativa 4.
11.
Sinto-me incapaz de me defender de agressões ( verbais, fisicas..).
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
questão 50% marcaram a alternativa 3,20% marcaram alternativa 4-concordo
parcialmente, 20% marcaram a alternativa 2,e 10% marcaram a alternativa 1.
12.
Neste ano tive vontade de parar de estudar.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Quase
a totalidade dos entrevistados, 80% marcaram a alternativa 3,os outros 20% não
responderam.
13.Quando
humilhado penso em vingança.
Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
Nessa
questão, obtivemos que 60%assinalaram a alternativa 3,30% dos entrevistados
marcaram a alternativa 4,e 10% não responderam.
14.
Já usei de vingança.
Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
Essa
questão teve 80% dos entrevistados marcaram a alternativa 1-discordo, e os
outros 10 % assinalaram a alternativa 3,os outros 10%,não quiseram responder
essa questão.
9- APÊNDICE.
APÊNDICE
1 - QUESTIONÁRIO
9.1
PERGUNTAS RELACIONADAS AO BULLYNG.
Marque
os acontecimentos ocorridos nos últimos seis meses.
Enumere
de acordo com a tabela.
Discordo,
discordo parcialmente, concordo, concordo parcialmente.
1.
Evito sair em publico com medo de sofrer a humilhação pelo jeito que uso minhas roupas.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
2.
Evito lugares movimentados, pois temos que reparem em meu corpo (caçoem).
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
3.
Sinto-me humilhado quando tiram sarro de mim.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
4.
Sinto minha autoestima afetada perante a agressão verbal.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
5.
Após a agressão sinto que não consigo me concentrar em outras atividades.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
6.Sinto
dificuldde em me relacionar e fazer amizades.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
7.
Isolo-me após sofrer (chacota, tiração de sarro, exposição).
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
8.
Me sinto constrangido de falar com minha família, sobre as agressões verbais ocorridas.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
9.
Sinto-me inferiorizado em relação as outras pessoas.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
10.
Sou caçoado com frequencia na escola.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
11.
Sinto-me incapaz de me defender de agressões ( verbais, fisicas..).
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
12.
Neste ano tive vontade de parar de estudar.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
13.Quando
humilhado penso em vingança.
1.Disc
( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc ( )
14.
Ja usei de vingança.
1.Disc ( ) 2. Dic Par ( ) 3.Con ( ) 4. Con Parc
( )
terça-feira, 19 de junho de 2012
Neurociências-océrebro
NEUROCIÊNCIAS-
Neurociências
segundo a Resolução CPF 02\2004
do Conselho Federal de Psicologia(2004),é uma ciência que propõe novos métodos
para investigar o papel dos sistemas cerebrais individuais ,em formas complexas
de atividade mental.
Neurociências é a área do conhecimento que analisa o Sistema
Nervoso ,para entender as bases biológicas do comportamento.
Neuropsicologia se dedica a estudar a expressão
comportamental das disfunções cerebrais.Cujo objetivo específico é a investigação do papel dos sistemas
cerebrais individuais nas formas mais complexas da atividade
mental.(Luria,1984)
Neurociências é uma área do conhecimento,relativamente
nova,pois o estudo do cérebro remonta
os anos 4.000a.C ,quando os povos
pré-históricos praticavam a trepanação para entender e até mesmo intervir no
Sistema Nervoso,tendo muitas vezes um cunho religioso,pois acreditavam que o
cérebro perturbador era moradia de espíritos maus,mas também terapêutico ,como
veremos adiante.
A história mostra que os egípcios ,através das mumificações
dos Faraós,por acreitarem na eternidade da alma,que depois retornaria ao
corpo,tinham um amplo conhecimento neuroanatômico.Nos escritos de Edwin Smith
,3.000 a.C,foram encontrados relatos clínicos em um papiro que reforçava a ideia
da relação cérebro \comportamento,por ex. estudava a perda da
consciência,alterações na personalidade
e na linguagem eamnésia,esses casos clínicos foram escritos minuciosamente.
Almaeon de Crotona(500a.C) também partilhava a ideia de que
o cérebro seria responsável pelas sensações e pelos pensamentos,formulando a
hipótese deque a vida mental estaria vinculada ás atividades cerebrais.Propôs
ainda que havia uma localização específica no nosso cérebro para cada sensação
.Nascia,então a teoria localizacionista e unitarista.
Hipócrates(460ª.C a 400 a.C) e Galeno (130 a.C a 200a.C)em
suas observações clínicos,descobriram que lesões cerebrais alteram a
personalidade e o raciocínio.No final da Idade Média Alberthus Magnun (1200 a
1280 a.C) formulou a teoria em que havia três ventrículos,cada um responsável
por uma função ,sendo que o primeiro ventrículo era responsável pelas
sensações,o segundo ventrículo responsável pela razão e o pensamento e o
terceiro ventrículo pela memória,essa teoria era aceita pela Igreja Católica.
Na Idade Moderna Andreas Versalius (1514 a 1564)anatomista
belga derrubou a teoria ventricular ,provando que homens e primatas
anatomicamente eram praticamente iguais,não podendo a alma residir nestas
estruturas.
René Descartes (1596 a 1650)anatomista francês elaborou o
dualismo cartesiano:mente\corpo.Para ele a mente unificada,conectada a uma
estrutura cerebral-a glândula pineal,que exerciam sobre os comportamentos
reflexos controle e os telencéfalos seria
uma estrutura de proteção desta glândula.
Apenas no século XlX ,com o advento da ciência moderna
pode-se afirmar um desenvolvimento mais acurado das relações cérebro
\comportamento,com os estudos de Franz J. Gall e John Gaspar Spurzhein (1776 a
1832) afirmando que o cérebro era organizado em 35 regiões.Uma nova questão
acaba de ser levantada,segundo Conzenza(2008,pg 17) :
“Tendo o cérebro se consolidado como órgão responsável
pelosprocessos mentais epelo comportamento,surgiu o problema de saber se essas
funções poderiam ser decorrentes do funcionamento de diferentes áreas de sua
anatomia.”
Surge então o localizacionismo e o holismo.
Os localizacionistas defendiam que o cérebro dividido em 35
regiões e que os comportamentos
localizavam-se nessas regiões.Gal e Sperzheir segundo Gazaniga(2006)essas áreas
eram responsáveis por funções cognitivas básicas,como a
linguagem,percepção,inteligência até as mais abstratas.Essa teoria ficou
conhecida como Frenologia,sendo rejeitada mais tarde pela comunidade científica
,por se provar através de experiências laboratoriais que o cérebro funcionava
em conjunto.
No início do século XX,Walter Hess (1881-1973) cogitou a
hipótese que o cérebro funcionava em uma
complexa atividade de organização cerebral.O neurologista britânico Hughlings
Jackson(1835-1911) enfatizou que o sistema nervos tinha uma base anatômica e
fisiológica organizada hierarquicamente para a localização das funções
cerebrais.Esses pressupostos foram base para a teoria dos Sistemas Funcionais
de Luria e Vigostsky.
O desenvolvimento da Neuropsicologia se deu principalmente
pelos estudos em pacientes com cérebros lesados.Após as duas grandes guerras
mundiais é que as neurociências obteve seu avanço científico através de estudos
em soldados mutilados.Com base nos estudos de Jackson ,Aleksander Lúria(1902-1977)-neuropsicólogo
soviético ,propôs uma espécie de apaziguamento entre as duas correntes
filosóficas existentes,a localizacionista e a holistas,criando a Teoria dos
Sistemas Funcionais,Lúria explica ,que funções mais básicas poderiam ser
localizadas,mas os processos mentais superiores geralmente envolve sistemas que
atuam em conjunto ,embora a vezes se situem em regiões distintas e distantes do
cérebro.Segundo essa teoria os sistemas funcionais dividem-se em três blocos ou
unidades funcionais:no tronco encefálico, na formação reticular e em algumas
áreas do Sistema Límbico estaria as funções de tônus cortical e de vigília;no
segundo bloco ,teria a função de receber,armazenar e processar as informações
que chegam do mundo externo,e situaria nas regiões posteriores do sulco
central;o terceiro bloco situaria antes do sulco central e tem a função de
regulação e verificação das estratégias comportamentais e a própria atividade
mental.
A prática das neurociências pode ocorrer em clínicas
especializadas,onde ocorre uma avaliação e caso constate o transtorno ,uma
reabilitação.Existe um interação multidisciplinar entre o neuropsicólogo e a
equipe médica,terapeuta ocupacional,fisioterapeuta,fonoaudióloga,
pedagogo,Assistente social,psicopedago,e educador físico,para que haja uma torça de pareceres
para a melhor reabilitação do paciente.
Objeto de estudo: Arelação do cérebro e o comportamento.
Pressuposto que embasam essa teoria .
Dualismo: é uma visão filosófica baseada em que dois
princípios ou substâncias (Cérebro,comportamento)opostos e inconciliáveis e
incapazes de fazer uma síntese entre si ou de uma reciprocidade.Como
vimos,anteriormente desde Almaeon de Crotona(500 a.C) até Aleksander Luria o
cérebro e o comportamento são duas incógnitas,que a Neurociência tenta
explicar.
Mecanicismo: Nas ciências humanas,refere-se as teorias que
afirmam que todos os fenômenos que se manifestam(comportamentos)nos seres vivos
são mecanicamente determinados( os sistema funcionais,região do cérebro) e
,sempre de natureza físico-químico.Ou seja,Neurociência é mecanicista,pois
explica os comportamentos a partir de regiões cerebrais,e sistemas
funcionais,que trabalhando em conjunto tem como produto determinado
comportamento.
realidades não subordináveis e irredutíveis entre si.
Em biologia, mecanicismo refere-se às teorias que afirmam
que todos os fenômenos que se manifestam nos seres vivos são mecanicamente
determinados e, em última análise, essencialmente de natureza físico-química.
Referencias bibliog´raficas
Epistemologia
O sujeito
cerebral
Francisco Ortega e Benilton Bezerra Jr. são professores do Instituto de
Medicina Social da UERJ e organizadores, junto com o Instituto Max Planck de
História das Ciências de Berlim, do congresso "Neurociências e Sociedade
Contemporânea".
TEMA:
Fundamentos de Neuropsicologia
DOCENTE: Eugenio
Pereira de Paula Jr. (Psicólogo/mestre em educação)
Paulo Henrique Azevedo Grande
Desenvolvimento
Histórico da Neuropsicologia: Aspectos Gerais
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Revisões das edições do manual das doenças mentais Cap.12 Referências: Zahar. J. OS FUNDAMENTOS DA CLINICA.cap12, Navarin Editeur.Paris.França
Em 1883,o Compêndio de
Psiquiatria, com 380 páginas surgiu como um pequeno manual, mas no decorrer de
30 anos vários acréscimos teriam dado a esse manual 2.500 páginas, colocando em
ordem o campo das doenças mentais.
A princípio ,Kraepelin tinha
uma posição bem próxima de Ziehen, quanto a classificação das doenças mentais,
distinguindo os estados depressivos, estados crepusculares estados de excitação
, Psicose periódica, delírio sistematizado, demência paralítica, e estados de
fraqueza psíquica.
Sendo aluno de Wundt,
Kraepelin estava convencido como Pinel
que a investigação psicológica era indispensável podendo fornecer instrumentos
valiosos a análise clínica.
Na segunda edição(1887)
registrou várias e grandes modificações: Melancolia, Mania, delírio, estados de
esgotamentos agudo, Wahnsin, loucuras periódicas e circular, delírio
sistematizado, neuroses gerais, intoxicações crônicas, demência paralítica,
estados de enfraquecimento, estados de enfraquecimento secundário, Suspensão do
desenvolvimento psíquico.
A preocupação com o
detalhamento e precisão dessa nova
classificação merece nossa observação, a inclusão das obsessões na loucura neurastênica e a separação entre
as psicoses delirantes agudas( Wahnsinn) e as crônicas ( Verrücktheit) de
acordo com as ideias e terminologia de Krafft-Ebing. Na terceira edição
acrescentou apenas a troca de confusão alucinatória para o delírio agudo e a
catatonia, passou a ser de acordo com as ideias de Schule.
Na quarta edição a mudança
fundamental foi as paranoias e as neuroses gerais gerando uma nova classe: os
processos psíquicos degenerativos, que
eram de três formas: Dementia praecox,
Catatonia, Dementia paranoides. Os enfraquecimentos psíquicos desaparecem da
classificação sendo incluídos no novo grupo.
Krafft-Ebing, tinha como
critério nosológico três parâmetros:a anátomo-patologia, a etiologia e a
clínica como último recurso,assim como Kraepelin, que modificou apenas a concepção declínica, apoiando-se em Falret.
A quinta edição (1896),
propôs um plano geral que serve de base para todas as outras edições: Doenças
mentais adquiridas, Intoxicações, Doença de nutrição , loucuras das lesões do
cérebro, loucuras involutivas, doenças
mentais constitucionais, neuroses gerais, estados psicopáticos e suspensão do
desenvolvimento psíquico.
Algumas observações nessa
etapa de construção do manual, merecem
destaques: as psiconeuroses
desapareceram da classificação, mas foram distribuídas em outros quadros
como a psicose-maníaco-depressivo, a paranóia e os processos demenciais, e
estados confusionais toxi-infecciosos
ou de esgotamento. A loucura obsedante,
nas degenerescências constitucionais, a neurastenia desapareceu do grupo das neurose, entrando a neurose do susto,
assemelhando-se a histeria de Charcot. A paranóia dividiu-se em formas combinatórias (interpretativas) e
formas fantasiosas (alucinatórias),houve
essa divisão por conta do olhar clínico de Kraepelin, gerando as demências vesânicas secundárias (neoçogismos,
autismos, desagregação e transformação da personalidade, o delírio crônico de
Magnan).
A sexta edição, edição que
foi seguida pelo mundo, sendo rejeitada em partes pela escola francesa de
psiquiatria ,formulou um plano geral, que seria : loucuras infecciosas ,
loucuras de esgotamento, intoxicações, loucuras
tireogêncicas, demência precoce, demência paralítica, loucuras das
lesões cerebrais, loucuras de involução, loucura maníaco-depressiva, paranóia ,
neuroses gerais, estados psicopáticos, suspensão do desenvolvimento psíquico.Kraepelin
constrastou as doenças mentais
adquiridas de origem exógenas, com as de origem endógenas. Ktaepelin está entre
os dois grandes grupos de autores , Morel e Baillarger, por causa do aspecto
sistemático de seu pensamento, sendo que sua obra tem grande importância na
psiquiatria alemã, mas muito dependente das ideias da escola de Illenau e de Krafft-Ebing.
Kraepelin distinguiu três
entidades problemáticas em seu sistema: A paranóia que eram delírios precedente,que definiu assim: desenvolvimento
insidioso, na dependência de causas internas e segundo uma evolução contínua,
de um sistema delirante duradouro e
impossível de abalar, que se instaura com uma conservação completa da clareza e
da ordem do pensamento na vontade e na ação. A loucura maníaco-depressiva eram constituídos por três tipos de
distúrbios fundamentais: distúrbio do humor, da ideação e da vontade ,por ex. depressão do humor, lentificação
ideativa e inibição psicomotora(mania pura). A demência precoce agrupou-se ao
grupo dos processos demenciais, distinguindo –se em alguns pontos: a distinção
entre os sintomas fundamentais ( redução afetiva, indiferença e prejuízo
consecutivo da vontade,etc) e os sintomas secundários ( alucinações, ideias
delirantes, automatismos etc ),foram incluídos também os estados na demência
precoce os estados agudo (psico-neuroses)dos autores antigos,Kraepelin percebeu
a inteligência, a memória e a orientação ficavam intactas,a afetividade, o
julgamento a personalidade eram afetados primária e profundamente;o caráter
nuclear da hebefrenia era predominante, e os sintomas acessórios eram móveis,
polimorfos e fugazes. Kraepelin extraiu dos delírios crônicos o delírio de
prejuízo senil, caracterizado pelo desenvolvimento lento progressivo fr uma
fragilidade de julgamento, juntamente com ideias delirantes mutáveis e
irritabilidade afetiva. Forneceu a interpretação puramente psicológica da
catatonia, na qual a falta primária da iniciativa voluntária e ação simultânea
ou alternada de tendências contrárias(associação por contraste) vieram
substituir hipóteses neurológicas como as de Kahlbaum.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Um dia dessesss....
sexta-feira, 27 de abril de 2012
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